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A expulsão na partida contra o Santo André complicou ainda mais a já turbulenta relação entre o meia Diego Souza e a torcida do Palmeiras. Xingado de burro na saída do gramado do estádio Palestra Itália, o camisa 7 falou nesta quinta-feira com os jornalistas e partiu para o contra-ataque: agora é hora de apoio e não de vaias. E o jogador também aproveitou para ironizar a galera alviverde.
- Quer vaiar, pode vaiar. Mas antes, que lote o estádio. Agora é o momento de dar apoio. A torcida tem de abraçar o time como outras torcidas fizeram com seus times na reta final do Campeonato Brasileiro. Equipes, inclusive, que corriam o risco de serem rebaixadas e que, com apoio, conseguiram se salvar. - afirmou
Abatido, o meia deixou claro que aprendeu a conviver com as críticas.
- Olha, eu venho sendo criticado desde que terminou o Campeonato Brasileiro. Isso não é novidade e não vai mudar. É chato viver assim porque sempre honrei a camisa do Palmeiras, conquistei grandes vitórias dentro do clube. Mas isso não vai fazer mudar em nada o meu pensamento. Vou ajudar o grupo a dar a volta por cima na temporada - ressaltou.
Principal alvo da torcida palmeirense, o jogador não tem medo de ser agredido, como aconteceu com o atacante Vagner Love que, após ser atacado em uma agência bancária, forçou a barra para sair e foi negociado com o Flamengo. Mas deixou claro que, se isso acontecer, tomará a mesma atitude.
- Não mudei em nada a minha rotina. Não sou de baladas e saio muito para jantar. O dia que eu tiver medo de sair de casa, acho que é nao é o caso de permanecer mais no clube. Eu faria como o Vagner Love fez – concluiu o jogador.
GloboEsporte.com
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